Escravidão

Desmancho-me na cama logo que abro os olhos. Não posso levantar. Me viro com a boca para baixo e os braços abertos como se acabasse de lavar um tiro pelas costas…

…toca o telefone… es él… como siempre es él…

– Sabes cuando llevas un tiro por la espalda y cae en el suelo con la boca abajo y los brazos así, abiertos ¿y de ahí no consigues moverte? Mal puedes escuchar su respiración porque su propio cuerpo comprimi el tórax… y no puedes moverte ¿sabes?

Pero no… él no sabe… él nunca sabe de lo que hablo… él nunca ve lo que veo, ni escucha lo mismo que yo…y aún así seguimos aquí, esclavizados por la incomprénsion.

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